quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Repórter Chileno na manifestação de 16/08/2015 no Rio de Janeiro

É trágico-cômico a situação dos "politizados" no Brasil, aqueles que protestam na rua, querem discutir política sem nunca ter lido algo além de "veja" e "folha", ou "globo"... e que nem isso entendem!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

terça-feira, 5 de maio de 2015

Ironia: os homens "preparados" para governar o Brasil... o último mandou "chutar" os professores e ainda deram risada...




Palácio comemora ataque a manifestantes no Paraná...




Massacre promovido pelo governo do Estado do Paraná contra servidores públicos para a aprovação do projeto de lei 252/2015. para o confisco da poupança previdenciária dos servidores. Estamos vivendo, no Paraná, um total desrespeito ao Estado Democrático.


Que batam as panelas e se mordam, a verdade está dita!!




Vídeo: PT não quer
dinheiro de empresa

E dá um nó no Gilmar, que não devolve

 O Conversa Afiada reproduz o programa do PT no horário nobre, quando Lula criticou a terceirização.

(No bairro de Hygienopolis ouviu-se o panelaço dos coxinhas desesperados. 

A Dilma vai governar quatro anos, o Lula mais oito e as panelas vão furar. 

Antes disso, o Lulinha compra a massa falida da Globo, porque o Valdir Macedo, definitivamente, não quer!)

Em tempo: Às 21h, após veiculada a propaganda na TV, a hashtag #ToNaLutaPeloBrasil, em apoio ao PT, estava no trend topics do twitter.
Fonte: www.conversaafiada.com.br


PS. Em Santos as panelas também bateram, mas por que não batem quando aparece a pancadaria contra os professores no Paraná? 

1º de maio em São Paulo - Anhangabaú





















Acima, algumas fotos by TJ: ficamos em um lugar privilegiado.


Abaixo, um texto do conversa afiada sobre este momento histórico: a união da esquerda brasileira!!!


Publicado em 03/05/2015

1º de Maio: Lula e Vagner
uniram a esquerda

Leblon: o governo Dilma será aquilo que a rua conseguir que seja


Conversa Afiada reproduz artigo de Saul Leblon, extraído da Carta Maior:

A CRISE VAI SE AGRAVAR, MAS A ESQUERDA SE UNIU E LULA VOLTOU



Nasceu a frente de esquerda ordenada na certeza de que o governo Dilma será aquilo que a rua conseguir que ele seja. E uma voz rouca avisou: ‘Vou à luta’


Alguma coisa de muito importante aconteceu no histórico Vale do Anhangabaú, em São Paulo, nesta sexta-feira, 1º de Maio.

Quem se limitou ao informativo da emissão conservadora perdeu o bonde.

O tanquinho de areia do conservadorismo, sugestivamente deixou escapar o principal ingrediente desta sexta-feira, que pode alterar as peças do xadrez político brasileiro.

Preferiu o glorioso jornalismo cometer pequenas peraltices.

Tipo contrastar a imagem de Lula com um cartaz contra o arrocho de Levy, como fizeram os petizes da Folha.

Blindagens ideológicas e cognitivas ilustram um traço constitutivo daquilo que os willians  –Bonner e Waack—denominam de ética da informação.

Trata-se de não informar, ou camuflar o principal em secundário. E vice versa.

Não houve sorteio de geladeira no 1º de Maio da esquerda brasileira. Mas os assalariados talvez tenham tirado ali a sorte grande – a mais valiosa de todos os últimos maios.

No gigantesco palco de mobilizações épicas, que reuniu um milhão de pessoas há 31 anos para lutar por eleições diretas, a história brasileira deu mais um passo que pode ser decisivo para impulsionar vários outros nos embates que virão.

Porque virão; com certeza virão.

Essa certeza permeava o Dia do Trabalhador na larga manhã da sexta-feira no Anhangabaú.

A engrenagem capitalista opera um conflito independente da vontade de seus protagonistas. A direção que ele toma, porém, reflete o discernimento histórico dos atores sociais de cada época.  

A chance de que o embate resulte em uma sociedade melhor depende, portanto, de quem assumir o comando do processo.

As lideranças que estavam no Anhangabaú deram um passo unificado nessa direção.

Que esse movimento tenha escapado às manchetes faceiras ilustra a degeneração de um aparato informativo que já não consegue se proteger de suas próprias mentiras.

Os que enxergam no trabalho apenas um insumo dos mercados, um entre outros, nivelaram a importância do Anhangabaú ao que acontecia no palanque do Campo de Bagatelle quase à mesma hora.

Lá se espojavam aqueles que com a mesma sem cerimônia risonha operam a redução do custo da ‘matéria-prima humana’ no Congresso brasileiro.

Sorteios de carros e maximização da mais-valia compõem a sua visão de harmonia social, que remete ao descanso da chibata na casa grande em dia de matança de porco.

Vísceras, os intestinos, eram franqueados então com alguma generosidade nos campos de Bagatelle pioneiros, em que paulinhos ‘Boca’ vigiavam a fugaz confraternização da casa grande com a tigrada ignara sob sua guarda.

A mais grave omissão  do ciclo de governos progressistas iniciado em 2003  foi não ter afrontado essa tradição de forma organizada, a ponto de hoje ser ameaçado por ela.

Porque muito se fez e não pouco se avançou em termos sociais e econômicos, mas esse flanco ficou em aberto.

O vazio era tão grande que se cultivou a ilusão de que avanços materiais seriam suficientes para impulsionar o resto por gravidade.

A primeira universidade brasileira, contou Lula no Anhangabaú, só foi construída em 1920.

Colombo descobriu a América em 1492.

Em 1507, 15 anos depois de chegar à República Dominicana,  Santo Domingo já construía sua primeira universidade.

A elite brasileira demorou quatro séculos anos para fazer o mesmo, reverberou Lula.

Tome-se o ritmo de implantação do metrô em duas décadas de poder tucano em São Paulo.

Compare com a extensão em dobro da rede mexicana, ou a dianteira argentina, chilena etc.

O padrão não mudou.

O que Lula estava querendo dizer ao povo do Anhangabaú tinha muito a ver com isso: o desenvolvimento brasileiro não pode depender de uma elite que continua a dispensar ao povo os intestinos do porco.

O recado para quem não enxerga diferença entre um governo progressista e a eterna regressão conservadora protagonizada agora pelos sinhozinhos Cunha, Aécio, Beto Richa, Paulo Skaf… foi detalhado e repisado.

Foi um metalúrgico sem diploma, espicaçou aquele que ocupa a vaga de melhor presidente do Brasil na avaliação popular, quem promoveu a mais expressiva democratização da educação brasileira.

Nos governos do PSDB a tradição colonial se manteve.

O sociólogo poliglota não construiu nenhuma universidade em notável coerência com a obra que traz a sua assinatura como autor e protagonista: a teoria do desenvolvimento dependente.

Para que serve uma universidade se já não faz sentido ter projeto de nação?

Lula criou 18 universidades.

Reescreveu na prática a concepção de soberania no século XXI. Instalou-a na fronteira expandida entre a justiça social, a integração latino-americana e o fortalecimento dos BRICs.

A nostalgia colonial-dependente, ao contrário, orientou o ciclo da República de Higienópolis na frugal atenção dispensada à formação de quadros para o desenvolvimento.

FHC não assentou um único tijolo de escola técnica em oito anos em Brasília.

Para que escola técnica se a industrialização será aquela que o livre comércio da ALCA permitir?

Juntos, Lula e Dilma fizeram 636 até agora.

Com o Prouni, o número de jovens matriculados nas universidades brasileiras passou de 500 mil para mais de 1,4 milhão.

Em vez de herdar as vísceras da sociedade, tataranetos de escravos, índios e cafuzos, cujos pais muitas vezes sequer concluíram a alfabetização, começaram a ter acesso a uma vaga no ensino superior pelas mãos do metalúrgico e da guerrilheira mandona.

Sim, tudo isso é sabido. A ‘novidade’ agora é desfazer do sabido.

Mas Lula somou ao histórico a estocada que calou fundo no silêncio atento do Anhangabaú.

O retrospecto do ex-presidente cuja cabeça é solicitada a prêmio a empreiteiros com tornozeleira prisional, tinha por objetivo desnudar o escárnio embutido no projeto de redução da maioridade penal.

As elites agora, fuzilou um Lula mordido e determinado, querem se proteger do legado criminoso de cinco séculos, criminalizando a juventude pobre do país.

Passos significativos foram dados em seu governo para minar a senzala que ainda pulsa no metabolismo da sociedade brasileira.

Mas a voz rouca machucada atesta o golpe por haver se descuidado do embate que viria contra aqueles que mostravam os caninos como se fosse sorriso.

Agora se vê, eram maxilares de feras.

À primeira turbulência do voo incerto e instável da dinâmica capitalista o sorriso virou mordida de pitbull.

A pressão coercitiva mobiliza diferentes maxilares: o do juiz  em relação aos suspeitos da Lava Jato que visa a jugular do PT e do pré-sal; o do ajuste recessivo que ameaça com o caos;  o da terceirização que coage com o desemprego maciço; o da exigência branca à renúncia de Lula a 2018 –ou arcará com a suspeição perpétua que a lixeira da Abril e da Globo despeja semanalmente no aterro mental da classe média.

Coube ao presidente da CUT, Vagner Freitas, marcar a ruptura com a omissão histórica que abriu o flanco da história brasileira ao jogral espoliador da democracia e da sociedade.

Didático, habilidoso, o líder sindical chamou um a um os representantes das centrais, movimentos e partidos presentes no 1º de Maio do Anhangabaú.

Aos olhos de milhares de pessoas, gente do povo basicamente, uns que vieram porque são organizados  — outros, porque pressentem que um perigo ronda o Brasil nesse momento, Vagner materializou o passo seguinte há muito esperado e cobrado por todos aqueles que sabem o motivo pelo qual o governo Dilma hoje engole os sapos que rejeitava ontem.

A avalanche intimidadora que em poucos meses virou de ponta cabeça o programa vitorioso em 26 de outubro não cessará, a menos que a detenha uma frente política de abrangência e contundência maior que a resistência dispersa das partes nos dias que correm.

Foi essa mutação que o vale do Anhangabaú assistiu nesse 1º de Maio.

O presidente da CUT chamou para a frente do palco os dirigentes da Intersindical e da CBT, chamou Gilmar, do MST, chamou Boulos, do MTST, e outros tantos; e através deles convocou quase duas dezenas de organizações presentes.

Vagner apresentou ao Anhangabaú a unidade da esquerda brasileira em torno de uma linha vermelha a ser defendida com unhas e dentes: a fronteira dos direitos, contra a direita.

Fez mais que retórica, porém.

Submeteu ao voto dos ocupantes da praça e do palco uma agenda de lutas.

Devolveu ao 1º de Maio a identidade de uma assembleia popular de quem vive do seu trabalho.

Braços erguidos, o Anhangabaú aprovou uma contraofensiva ao cerco conservador.

‘Anote’, disse Vagner ao final dos escrutínios: dia nacional de protesto em 29/05, para pressionar o Senado a rejeitar o PL 4330; uma greve geral, caso o Congresso aprove a medida; e uma marcha a Brasília para levar Dilma a rejeitar o projeto, caso passe no Senado.

Engana-se quem acredita que isso saiu de graça.

Vagner Freitas uniu as forças da esquerda porque a CUT, a partir de agora, comprometeu-se a lutar lado a lado, unida aos demais movimentos e organizações, contra projetos de lei que arrochem direitos e conquistas dos trabalhadores.

Foi um realinhamento do desassombro com a responsabilidade histórica da esquerda que fez desse Dia do Trabalhador uma singularidade capaz de produzir outras mais.

Em boa hora.

A crise econômica vai se agravar nos próximos meses; esse era o consenso subjacente à união selada no palanque.

O conservadorismo saltará novos degraus em direção ao golpe –seja na forma do impeachment ou na tentativa de proscrever o PT e com ele as chances eleitorais do campo progressista em 2018.

O êxito do ajuste recessivo do ministro Joaquim Levy depende do desajuste do emprego e da expropriação dos ganhos reais de salários acumulados nos últimos anos (de 70% no caso do salário mínimo)

Estamos na primeira volta do torniquete.

Mas a renda real do trabalhador já registrou uma perda da ordem de 4% em março, em relação a igual período de 2014.  

A evolução do desemprego não é menos cortante.

Os dados reunidos em nota técnica da Fundação Perseu Abramo são claros: vive-se uma escalada.

A taxa desemprego medida pelo IBGE subiu forte nas grandes capitais em março: 6,2%.

Era de 5,9% em fevereiro; 5,3% em janeiro; 5% em março de 2014

Despejar a conta do ajuste nas costas do assalariado significa submeter o custo do trabalho à pressão de uma turquesa feita de desemprego e queda do poder de compra.

Espremidos, os assalariados serão convocados a apoiar falsas promessas de desregulação redentora de vagas, a exemplo do PL 4330.

Na semana passada o Banco Central elevou em mais meio ponto a taxa de juro, que já é a mais alta do planeta.

É a senha do choque.

Apenas essa pisada custará mais R$ 12 bilhões em 12 meses aos cofres públicos: juros adicionais sobre uma dívida pública de R$ 2,4 trilhões.

O impasse está contratado.

De um lado, a recessão derruba a receita e o emprego; de outro, o governo é intimado a carrear mais recursos escassos à ração gorda dos rentistas.

Menos receita com mais gastos.

Essa é a fórmula clássica para tanger um governo –qualquer governo que não disponha de uma hegemonia baseada em ampla organização popular– ao precipício das privatizações saneadoras e dos cortes de programas e investimentos devastadores.

Quem acha que a ganância será saciada com a terceirização deveria informar-se sobre as novidades no mundo do trabalho inglês.

Sob o comando de engomados filhotes de Tatcher a economia britânica experimenta um novo patamar de flexibilização do mercado de trabalho.

A modalidade just-in-time já caracteriza 2,5% da mão de obra empregada, informa o jornal El País, sendo o segmento que mais cresce na economia.

A pedra filosofal desse novo assalto à regulação trabalhista é o vínculo empregatício baseado em salário zero.

Em que consiste a coisa notável?

Consiste em estocar mão de obra às custas da própria mão de obra.

Quando necessário aciona-se o almoxarifado social pagando apenas as horas efetivamente usadas do ‘insumo’.

Marx, você não entendeu nada de baixar o custo de reprodução da mão de obra.

Em vez da CLT, um taxímetro.

No futuro a metáfora poderá assumir contornos reais mais sofisticados, como um chip subcutâneo que permita monitorar o empenho muscular para seleção dos mais aptos.

Esse, o admirável  mundo novo descortinado do palanque do Campo de Bagatelle no 1º de Maio de 2005 pelos sorridentes perfis de Cunha, Aécio e Paulinho ‘Boca’, da Força.

Afrontar esse horizonte em marcha é o que ultimou a união da esquerda no extremo oposto da cidade no mesmo dia.

Tolice supor que centrais paralelas à CUT, como a Intersindical, ou o aguerrido Guilherme Boulos, prestar-se-iam a uma cenografia unionista alegórica no Dia do Trabalhador.

O que se assistiu no Anhangabaú foi o nascimento de um pacto.

Que tem agenda e eixo de luta ancorados no entendimento de que o governo Dilma será aquilo que a rua conseguir que ele seja.

Não desobriga a Presidenta de honrar compromissos de campanha, a começar pela rejeição ao vale tudo do PL 4330.

Mas divide o desafio da coerência.

Construi-la requer uma nova correlação de forças indissociável de uma frente ampla progressista.

Quem mesmo assim continua a duvidar da determinação pactuada no legendário Anhangabaú, deve ouvir (abaixo) a íntegra do pronunciamento visceral do mais aplaudido orador do dia.

Lula fechou o ato com um aviso à direita buliçosa.

Essa que ao mesmo tempo o desdenha como líder morto, mas oferece a liberdade como recompensa ao pistoleiro capaz de alvejá-lo com uma denúncia mortal.

Qual?

Qualquer denúncia. Desde que impeça a assombração das elites de reaparecer como candidato em carne e osso em 2018.

No 1º de Maio de 2015, a voz do fantasma ecoou mais rouca e forte que nunca.

Para dizer ao conservadorismo golpista, antinacional e anti-trabalhador: o ectoplasma não vai esperar até 2018.

‘Vou correr o Brasil, vou me encontrar com trabalhadores, com jovens, operários, camponeses e empresários…’

‘Eu aceito o desafio’, disparou a voz rouca, ferida, ressentida, mas convencida de que ainda tem uma tarefa incontornável a cumprir no país: terminar o que começou, tarefa que o mercado sozinho jamais o fará.

Cunha, Aécio, Skaf não se iludam com o noticiário generoso dos petizes da Folha.

Algo mudou no Brasil neste 1º de Maio de 2015.

E não foi apenas o preço do aluguel do sindicalismo de Bagatelle.

Ouçam a fala de Lula no Anhangabaú: aqui



https://soundcloud.com/institutolula/lula-discursa-durante-ato-politico-do-dia-do-trabalhador-em-sao-paulo

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Geraldo Alckmin diz "não haver greve" de professores no Estado e vira piada nas redes

Por: (Com Estadão Conteúdo) Portal Paraíba - 28/04
Governador "nega tudo" !

Para o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), não há greve de professores no Estado. A declaração foi dada nesta segunda-feira (27). Para o tucano, o que existe é uma ‘paralisação isolada’ fomentada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).
“Na realidade não existe greve de professores. Na última sexta-feira, houve 96% da presença em sala de aula. A média de falta é de 3% e o que aumentou (de falta) foi de temporário. Na realidade a greve é da Apeoesp e da CUT”, afirmou Alckmin.
No fim de semana, o governador se irritou com um protesto de professores no final de semana em um evento em Saltinho, no interior paulista, no qual foi vaiado. Ainda assim, ele nega a greve dos docentes, algo que não passou batido nas redes sociais. A ironia imperou entre os internautas.
Bruxo Ravengar @charlesnisz
Negou falta de água. Negou greve de professores. Se negar epidemia de dengue, o Alckmin pede música no Fantástico.
Nihil @NihilFuck
Se perguntar pro Alckmin, nem copa teve.
O Opinioso @opinioso
Não existe amor, não existe falta d'água, não existe greve de professores. São Paulo, a capital da negação.
Joseferreira @Josefrr
Isso e um ótimo governador. Parabéns Alckmin está conseguindo destruir a educação. Promessas de campanha dos tucanos. Contruir mais presídio.
Cristina Caiado @Cris_Caiado
Em SP greve de professores é ato politico, falta d'água é crise hídrica e volume.
Cadu Lorena @cadulorena 
Entrei no módulo Alckmin: negando tudo que me incomoda ou aborrece.
Paralisação já dura 43 dias
De braços cruzados desde o dia 16 de março, os professores estaduais querem um aumento de 75,33%, percentual calculado pela categoria para equiparar os docentes com outras áreas nas quais os profissionais também possuam uma jornada semanal de 20 horas.
Também na segunda-feira, o Apeoesp conseguiu uma liminar na Justiça que garante aos docentes o direito de divulgar a greve nas escolas. A decisão temporária, da juíza Luiza Barros Rozas, da 11ª Vara de Fazenda Pública, acolhe parcialmente o pedido do sindicato, que alegou estar sendo impedido por representantes do Estado de entrar nas unidades para falar sobre o movimento.
Com a liminar, os professores foram autorizados a "conversar com seus pares, desde que nos horários de intervalo das aulas" e "fixar cartazes com o único propósito de prestar os esclarecimentos necessários sobre o movimento grevista".
Ao longo das últimas semanas, várias manifestações reunindo dezenas de milhares de pessoas foram realizadas pelos professores em greve – houve tentativa de invasão da Secretaria Estadual de Educação e agressões de black blocs infiltrados a jornalistas na semana passada,
Em um dos protestos organizados pela categoria, a Polícia Militar impediu a concentração de um protesto no vão livre do Masp, na Avenida Paulista. É lá que está marcado o próximo ato, nesta quinta-feira (30), às 14h. Os grevistas deverão decidir sobre a continuidade da greve em assembleia e, depois, marchar pelas ruas centrais de São Paulo rumo à Secretaria Estadual de Educação, na Praça da República.


Em São Paulo, os professores são ignorados... e a greve continua.

Publicado em 15/04/2015

Globo faz como Alckmin:
greve de professor não existe

Bebel: Governo do Estado não tem política salarial para o professor


  • Com mais de um mês em greve, os professores do Estado de São Paulo não mereceram da grande imprensa, em especial a Rede Globo, a cobertura que a situação demanda.

É o que diz Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, presidente da APEOESP – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo.

Sobre a omissão da Globo, disse Bebel: “Ela desce o sarrafo nos professores e veta a verdade”, afirmou em entrevista a Paulo Henrique Amorim, nesta terça-feira (14).

Bebel ainda revelou que encaminhou ao diretor de Jornalismo da emissora, Ali Kamel, aqui chamado de Gilberto Freire com “i”, um oficio sobre a falta de cobertura das manifestações que ocorreram no dia 20 de março.

Por fim, a presidente da APEOESP ainda contou que o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) fechou 3.090 salas de aula no Estado.


Assista a entrevista na íntegra:



fonte: http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2015/04/15/globo-faz-como-alckmin-greve-de-professor-nao-existe/



“Fora Beto Richa”: até os torcedores...

“Fora Beto Richa” uníssono no estádio mostra repúdio ao tucano no Paraná. Assista.

3 de maio de 2015 | 19:42 Autor: Fernando Brito

coutopereira
A análise feita na Folha de ontem, dizendo que o governador tucano do Paraná, Beto Richa – aliás um dos únicos “impixistas” entre os tucanos que à frente de um governo Estadual; o outro, mais discreto, é Simão Janene, do Pará – está isolado e repudiado não demorou mais que um dia para se confirmar.
As torcidas do Coritiba e do Operário, na final do campeonato paranaense, esqueceram as rivalidades no início do jogo e, com faixas e um coro uníssono, protestaram contra o massacre dos professores paranaenses.
Diz o jornal Gazeta do Povo:
“Quando as equipes e o trio de arbitragem estavam alinhados para a execução do Hino Nacional, as torcidas adversárias se uniram e entoaram o grito generalizado de “Fora Beto Richa”.
“Antes da partida, a torcida Coxa também estendeu nas arquibancadas uma faixa em apoio aos professores. “Todo apoio aos professores”, dizia a maior delas, retirada instantes após ter sido estendida — o regulamento da competição proíbe faixas com teor político nos estádios.”

Para não esquecer a infâmia do Paraná

“Nunca esqueça quem é Beto Richa”: Vídeo mostra detalhes do massacre dos professores em Curitiba
No meio das bombas e balas de borracha, cinegrafista registrou em detalhes o desespero e a indignação de professores e servidores públicos de Curitiba atacados pela Polícia Militar na última quarta-feira (29); assista
A produtora independente Cine Monstro registrou em detalhes o massacre promovido pela Polícia Militar contra os professores e servidores públicos que protestavam em Curitiba no último dia 29.
Em um vídeo de 9 minutos, é possível constatar, sem maiores dificuldades, a arbitrariedade a PM paranaense, que jogava bombas em grupos de idosos, vendedores ambulantes, professores pedindo paz ou qualquer pessoa que estivesse naquele momento na região do Centro Cívico.
Em diversos momentos as imagens registraram os manifestantes implorando para que a polícia parasse ou ainda expressando toda a sua indignação diante da violência completamente desmedida.
As imagens são fortes. Confira o vídeo abaixo:




domingo, 19 de abril de 2015

Veja se o seu deputado ajudou a aprovar a 'terceirização'

Depois o PT é que está destruindo o Brasil... foi um dos únicos partidos que votou contra a terceirização, para garantir os direitos dos trabalhadores!

Veja se o seu deputado ajudou a aprovar a 'terceirização'
Imagem: AE/Andre Dusek
Sob muitas críticas por parte da sociedade e de alguns parlamentares, o texto base do projeto que regulamenta e estende a terceirização no mercado de trabalho brasileiro foi aprovado na noite desta quarta-feira. Com a aprovação, a lei permitirá a contratação de trabalhadores terceirizados para "atividades-fim" e não mais somente para "atividades-meio", como ocorre hoje.
Durante a sessão na Câmara, 463 deputados votaram. No total, foram 324 parlamentares a favor e 137 contra. Dois deputados se abstiveram. Veja abaixo quem votou pela aprovação e quem foi contra:

Parlamentar
Voto
DEM
Alberto Fraga
Sim
Alexandre Leite
Sim
Carlos Melles
Sim
Efraim Filho
Sim
Eli Côrrea Filho
Sim
Elmar Nascimento
Sim
Felipe Maia
Sim
Hélio Leite
Sim
Jorge Tadeu Mudalen
Sim
José Carlos Aleluia
Sim
Mandetta
Sim
Misael Varella
Sim
Moroni Torgan
Não
Onyx Lorenzoni
Sim
Osmar Bertoldi
Sim
Pauderney Avelino
Sim
Paulo Azi
Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende
Não
Rodrigo Maia
Sim
Total DEM: 19
PCdoB
Alice Portugal
Não
Aliel Machado
Não
Carlos Eduardo Cadoca
Sim
Chico Lopes
Não
Daniel Almeida
Não
Davidson Magalhães
Não
Jandira Feghali
Não
Jô Moraes
Não
João Derly
Não
Luciana Santos
Não
Orlando Silva
Não
Rubens Pereira Júnior
Não
Wadson Ribeiro
Não
Total PCdoB: 13
PDT
Abel Mesquita Jr.
Sim
Afonso Motta
Sim
André Figueiredo
Sim
Dagoberto
Sim
Damião Feliciano
Não
Deoclides Macedo
Sim
Félix Mendonça Júnior
Sim
Flávia Morais
Sim
Giovani Cherini
Sim
Major Olimpio
Sim
Marcelo Matos
Não
Marcos Rogério
Não
Mário Heringer
Sim
Roberto Góes
Sim
Sergio Vidigal
Sim
Subtenente Gonzaga
Não
Weverton Rocha
Sim
Wolney Queiroz
Não
Total PDT: 18
PEN
André Fufuca
Sim
Junior Marreca
Sim
Total PEN: 2
PHS
Adail Carneiro
Sim
Carlos Andrade
Sim
Diego Garcia
Não
Kaio Maniçoba
Sim
Marcelo Aro
Sim
Total PHS: 5
PMDB
Alceu Moreira
Sim
Baleia Rossi
Sim
Cabuçu Borges
Sim
Carlos Henrique Gaguim
Sim
Carlos Marun
Sim
Celso Jacob
Sim
Celso Maldaner
Sim
Celso Pansera
Sim
Daniel Vilela
Sim
Danilo Forte
Sim
Darcísio Perondi
Sim
Dulce Miranda
Sim
Edinho Bez
Sim
Edio Lopes
Sim
Eduardo Cunha
Art. 17
Elcione Barbalho
Sim
Fabio Reis
Sim
Fernando Jordão
Sim
Flaviano Melo
Sim
Geraldo Resende
Sim
Hermes Parcianello
Não
Hildo Rocha
Sim
Hugo Motta
Sim
Jarbas Vasconcelos
Sim
João Arruda
Não
João Marcelo Souza
Sim
José Fogaça
Sim
Josi Nunes
Sim
Laudivio Carvalho
Sim
Lelo Coimbra
Sim
Leonardo Picciani
Sim
Leonardo Quintão
Sim
Lindomar Garçon
Sim
Lucio Mosquini
Não
Lucio Vieira Lima
Sim
Manoel Junior
Sim
Marcelo Castro
Sim
Marcos Rotta
Sim
Marinha Raupp
Não
Marquinho Mendes
Sim
Marx Beltrão
Sim
Mauro Lopes
Sim
Mauro Mariani
Sim
Mauro Pereira
Sim
Newton Cardoso Jr
Sim
Osmar Serraglio
Sim
Osmar Terra
Não
Pedro Chaves
Sim
Rodrigo Pacheco
Sim
Rogério Peninha Mendonça
Sim
Ronaldo Benedet
Sim
Roney Nemer
Sim
Saraiva Felipe
Sim
Sergio Souza
Sim
Silas Brasileiro
Sim
Soraya Santos
Sim
Valdir Colatto
Sim
Veneziano Vital do Rêgo
Sim
Vitor Valim
Não
Walter Alves
Sim
Washington Reis
Sim
Total PMDB: 61
PMN
Dâmina Pereira
Sim
Hiran Gonçalves
Sim
Total PMN: 2
PP
Afonso Hamm
Sim
Aguinaldo Ribeiro
Sim
Arthur Lira
Sim
Beto Rosado
Sim
Cacá Leão
Sim
Conceição Sampaio
Sim
Covatti Filho
Sim
Dilceu Sperafico
Sim
Dimas Fabiano
Sim
Eduardo da Fonte
Sim
Esperidião Amin
Sim
Ezequiel Fonseca
Sim
Fernando Monteiro
Sim
Guilherme Mussi
Sim
Iracema Portella
Sim
Jerônimo Goergen
Sim
Jorge Boeira
Não
José Otávio Germano
Sim
Julio Lopes
Sim
Lázaro Botelho
Sim
Luis Carlos Heinze
Sim
Luiz Fernando Faria
Sim
Marcelo Belinati
Não
Marcus Vicente
Sim
Mário Negromonte Jr.
Sim
Missionário José Olimpio
Sim
Nelson Meurer
Não
Odelmo Leão
Sim
Paulo Maluf
Sim
Renato Molling
Sim
Ricardo Barros
Sim
Roberto Balestra
Sim
Roberto Britto
Sim
Ronaldo Carletto
Sim
Sandes Júnior
Sim
Simão Sessim
Sim
Toninho Pinheiro
Sim
Total PP: 37
PPS
Alex Manente
Sim
Arnaldo Jordy
Não
Carmen Zanotto
Sim
Eliziane Gama
Não
Hissa Abrahão
Sim
Marcos Abrão
Sim
Moses Rodrigues
Não
Raul Jungmann
Sim
Roberto Freire
Sim
Rubens Bueno
Sim
Sandro Alex
Sim
Total PPS: 11
PR
Aelton Freitas
Sim
Alfredo Nascimento
Sim
Altineu Côrtes
Sim
Anderson Ferreira
Sim
Bilac Pinto
Sim
Cabo Sabino
Não
Capitão Augusto
Sim
Clarissa Garotinho
Não
Dr. João
Sim
Francisco Floriano
Sim
Giacobo
Sim
Gorete Pereira
Sim
João Carlos Bacelar
Não
Jorginho Mello
Sim
José Rocha
Sim
Lincoln Portela
Não
Luiz Cláudio
Sim
Luiz Nishimori
Sim
Magda Mofatto
Sim
Marcio Alvino
Sim
Maurício Quintella Lessa
Sim
Miguel Lombardi
Sim
Milton Monti
Sim
Paulo Feijó
Sim
Remídio Monai
Sim
Silas Freire
Não
Tiririca
Não
Vinicius Gurgel
Sim
Wellington Roberto
Sim
Zenaide Maia
Abstenção
Total PR: 30
PRB
Alan Rick
Sim
André Abdon
Sim
Antonio Bulhões
Não
Beto Mansur
Sim
Carlos Gomes
Sim
César Halum
Sim
Cleber Verde
Sim
Fausto Pinato
Sim
Jhonatan de Jesus
Sim
Jony Marcos
Não
Marcelo Squassoni
Sim
Márcio Marinho
Não
Roberto Sales
Sim
Ronaldo Martins
Não
Rosangela Gomes
Sim
Tia Eron
Sim
Vinicius Carvalho
Sim
Total PRB: 17
PROS
Ademir Camilo
Não
Antonio Balhmann
Sim
Beto Salame
Não
Domingos Neto
Sim
Dr. Jorge Silva
Sim
Givaldo Carimbão
Sim
Hugo Leal
Sim
Leônidas Cristino
Sim
Miro Teixeira
Não
Ronaldo Fonseca
Sim
Valtenir Pereira
Sim
Total PROS: 11
PRP
Alexandre Valle
Sim
Juscelino Filho
Sim
Marcelo Álvaro Antônio
Sim
Total PRP: 3
PSB
Adilton Sachetti
Sim
Átila Lira
Não
Bebeto
Não
Fabio Garcia
Sim
Fernando Coelho Filho
Sim
Flavinho
Sim
Glauber Braga
Não
Gonzaga Patriota
Sim
Heitor Schuch
Não
Heráclito Fortes
Sim
Janete Capiberibe
Não
João Fernando Coutinho
Sim
José Reinaldo
Sim
Jose Stédile
Não
Júlio Delgado
Sim
Keiko Ota
Sim
Leopoldo Meyer
Sim
Luciano Ducci
Sim
Luiz Lauro Filho
Sim
Luiza Erundina
Não
Maria Helena
Não
Marinaldo Rosendo
Sim
Pastor Eurico
Sim
Paulo Foletto
Sim
Rodrigo Martins
Sim
Stefano Aguiar
Sim
Tadeu Alencar
Não
Tenente Lúcio
Sim
Tereza Cristina
Sim
Vicentinho Júnior
Sim
Total PSB: 30
PSC
Andre Moura
Sim
Erivelton Santana
Sim
Gilberto Nascimento
Sim
Irmão Lazaro
Sim
Júlia Marinho
Sim
Marcos Reategui
Não
Pr. Marco Feliciano
Não
Professor Victório Galli
Sim
Raquel Muniz
Sim
Silvio Costa
Sim
Total PSC: 10
PSD
Alexandre Serfiotis
Sim
Átila Lins
Sim
Cesar Souza
Sim
Danrlei de Deus Hinterholz
Não
Delegado Éder Mauro
Abstenção
Diego Andrade
Sim
Evandro Rogerio Roman
Sim
Fábio Faria
Sim
Fábio Mitidieri
Sim
Fernando Torres
Sim
Francisco Chapadinha
Sim
Goulart
Sim
Herculano Passos
Sim
Heuler Cruvinel
Sim
Irajá Abreu
Sim
Jaime Martins
Sim
Jefferson Campos
Sim
João Rodrigues
Sim
Joaquim Passarinho
Sim
José Carlos Araújo
Sim
José Nunes
Sim
Júlio Cesar
Sim
Marcos Montes
Sim
Ricardo Izar
Sim
Rogério Rosso
Sim
Rômulo Gouveia
Sim
Sérgio Brito
Sim
Sergio Zveiter
Sim
Sóstenes Cavalcante
Não
Walter Ihoshi
Sim
Total PSD: 30
PSDB
Alexandre Baldy
Sim
Alfredo Kaefer
Sim
Antonio Imbassahy
Sim
Arthur Virgílio Bisneto
Sim
Betinho Gomes
Sim
Bruna Furlan
Sim
Bruno Covas
Sim
Caio Narcio
Sim
Célio Silveira
Sim
Daniel Coelho
Sim
Delegado Waldir
Sim
Domingos Sávio
Sim
Eduardo Barbosa
Sim
Eduardo Cury
Sim
Fábio Sousa
Sim
Geovania de Sá
Não
Giuseppe Vecci
Sim
Izalci
Sim
João Campos
Sim
João Castelo
Sim
João Gualberto
Sim
João Paulo Papa
Sim
Lobbe Neto
Sim
Luiz Carlos Hauly
Sim
Mara Gabrilli
Não
Marco Tebaldi
Sim
Marcus Pestana
Sim
Mariana Carvalho
Sim
Miguel Haddad
Sim
Nelson Marchezan Junior
Sim
Nilson Leitão
Sim
Nilson Pinto
Sim
Otavio Leite
Sim
Paulo Abi-Ackel
Sim
Pedro Cunha Lima
Sim
Pedro Vilela
Sim
Raimundo Gomes de Matos
Sim
Ricardo Tripoli
Sim
Rocha
Sim
Rodrigo de Castro
Sim
Rogério Marinho
Sim
Rossoni
Sim
Samuel Moreira
Sim
Shéridan
Sim
Silvio Torres
Sim
Vitor Lippi
Sim
Total PSDB: 46
PSDC
Aluisio Mendes
Sim
Luiz Carlos Ramos
Sim
Total PSDC: 2
PSL
Macedo
Não
Total PSL: 1
PSOL
Cabo Daciolo
Não
Chico Alencar
Não
Edmilson Rodrigues
Não
Ivan Valente
Não
Jean Wyllys
Não
Total PSOL: 5
PT
Adelmo Carneiro Leão
Não
Afonso Florence
Não
Alessandro Molon
Não
Ana Perugini
Não
Andres Sanchez
Não
Angelim
Não
Arlindo Chinaglia
Não
Assis Carvalho
Não
Assis do Couto
Não
Benedita da Silva
Não
Beto Faro
Não
Bohn Gass
Não
Caetano
Não
Carlos Zarattini
Não
Chico D Angelo
Não
Décio Lima
Não
Enio Verri
Não
Erika Kokay
Não
Fabiano Horta
Não
Fernando Marroni
Não
Givaldo Vieira
Não
Helder Salomão
Não
Henrique Fontana
Não
João Daniel
Não
Jorge Solla
Não
José Airton Cirilo
Não
José Guimarães
Não
José Mentor
Não
Leo de Brito
Não
Leonardo Monteiro
Não
Luiz Couto
Não
Luiz Sérgio
Não
Luizianne Lins
Não
Marco Maia
Não
Marcon
Não
Margarida Salomão
Não
Maria do Rosário
Não
Merlong Solano
Não
Moema Gramacho
Não
Nilto Tatto
Não
Odorico Monteiro
Não
Padre João
Não
Paulão
Não
Paulo Pimenta
Não
Paulo Teixeira
Não
Pedro Uczai
Não
Professora Marcivania
Não
Ságuas Moraes
Não
Sibá Machado
Não
Toninho Wandscheer
Não
Valmir Assunção
Não
Valmir Prascidelli
Não
Vander Loubet
Não
Vicente Candido
Não
Vicentinho
Não
Waldenor Pereira
Não
Weliton Prado
Não
Zé Carlos
Não
Zé Geraldo
Não
Zeca Dirceu
Não
Zeca do Pt
Não
Total PT: 61
PTB
Adelson Barreto
Sim
Alex Canziani
Sim
Antonio Brito
Sim
Arnaldo Faria de Sá
Não
Arnon Bezerra
Sim
Benito Gama
Sim
Deley
Não
Eros Biondini
Não
Jorge Côrte Real
Sim
Josué Bengtson
Sim
Jovair Arantes
Sim
Jozi Rocha
Sim
Luiz Carlos Busato
Sim
Nelson Marquezelli
Sim
Nilton Capixaba
Sim
Paes Landim
Sim
Pedro Fernandes
Não
Ricardo Teobaldo
Sim
Ronaldo Nogueira
Não
Walney Rocha
Sim
Wilson Filho
Sim
Zeca Cavalcanti
Não
Total PTB: 22
PTC
Brunny
Não
Uldurico Junior
Não
Total PTC: 2
PTdoB
Luis Tibé
Sim
Pastor Franklin
Sim
Total PTdoB: 2
PTN
Bacelar
Não
Christiane de Souza Yared
Não
Delegado Edson Moreira
Sim
Renata Abreu
Sim
Total PTN: 4
PV
Evair de Melo
Sim
Evandro Gussi
Sim
Fábio Ramalho
Sim
Leandre
Sim
Victor Mendes
Sim
William Woo
Sim
Total PV: 6
Solidariedade
Arthur Oliveira Maia
Sim
Augusto Carvalho
Sim
Augusto Coutinho
Sim
Aureo
Sim
Benjamin Maranhão
Sim
Carlos Manato
Sim
Elizeu Dionizio
Sim
Expedito Netto
Sim
Ezequiel Teixeira
Sim
Genecias Noronha
Sim
Laercio Oliveira
Sim
Lucas Vergilio
Sim
Paulo Pereira da Silva
Sim
Zé Silva
Sim
Total Solidariedade: 14